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Cérebros de mais de 12 mil anos podem ajudar a explicar doenças mentais 🧠

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A doutoranda Alexandra Morton-Hayward, da Universidade de Oxford, descobriu que os cérebros, embora não sejam encontrados intactos como os ossos, se preservam surpreendentemente bem nos registros arqueológicos. Ela está trabalhando para compreender como esses cérebros sobrevivem à devastação do tempo.

A preparação de um banco de dados de 570 cérebros desenterrados por arqueólogos permitirá os cientistas estudar o tecido cerebral e determinar se as doenças conhecidas hoje também estavam presentes em civilizações muito diferentes das que vivemos atualmente.

Examinar tecidos de cérebros que não foram expostos ao ambiente e aos estímulos da sociedade moderna pode auxiliar na compreensão de que algumas doenças cerebrais encontradas hoje, podem ser, pelo menos em parte, causadas pela forma como vivemos agora.

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