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Estamos mais doentes ou mais preocupados com a saúde? 🤔

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No turbilhão de crises sanitárias recentes e na enxurrada de informações sobre saúde disponíveis, um fenômeno tem se destacado: a sensação de que estamos mais doentes ou, pelo menos, mais preocupados com a saúde. 

Mas, o que está realmente acontecendo?

Dados como os apresentados pelo relatório Covitel 2023, mostram uma queda na percepção positiva da saúde pelos brasileiros, sugerindo tanto um impacto psicológico da pandemia quanto um possível aumento de doenças.

A internet nos bombardeia diariamente com dados sobre doenças, tratamentos e relatos de pacientes. 

Por um lado, este acesso promove a conscientização e a prevenção; por outro, pode desencadear uma preocupação exagerada e até disfuncional com a saúde.

A constante preocupação com o adoecimento e a excessiva exposição a informações sobre saúde podem ter contribuído para uma sensação de vulnerabilidade, além de um possível aumento real de doenças mentais e transtornos de ansiedade.

Especialistas, como o psiquiatra Bruno Brandão, notam que essa preocupação constante pode ser tão intensa a ponto de desenvolver transtornos psicológicos, como o transtorno de ansiedade de doença e o de sintomas somáticos. 

O medo de adoecer, mesmo na ausência de sintomas físicos, é um sinal claro de que algo está desequilibrado.

Para atenuar essa preocupação excessiva, especialistas sugerem a adoção de hábitos saudáveis e o cuidado com a saúde mental. 

Além disso, é crucial filtrar os dados sobre saúde, relativizando algumas das informações consumidas.

Neste cenário de incertezas e informações, é vital reconhecer que a saúde vai além do físico. A saúde mental merece atenção e cuidado, especialmente em tempos pós crise.  

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