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Medicina preventiva e social: o braço direito da saúde pública 💪

A residência em medicina preventiva e social é de acesso direto e tem dois anos de duração.

As "queixas" mais frequentes não são individuais, mas sim de natureza coletiva

O foco está na identificação e manejo de fatores de risco populacionais, doenças crônicas não transmissíveis, controle de surtos e epidemias, além de ações de vigilância sanitária e ambiental. 

Após a residência, os especialistas podem trabalhar em instituições públicas de saúde, organizações não governamentais, universidades e centros de pesquisa

A rotina dos médicos preventivistas é predominantemente ambulatorial e comunitária.

Eles raramente trabalham em ambientes hospitalares, estando mais envolvidos em programas de saúde pública, campanhas de vacinação, e projetos de promoção da saúde. 

O que analisar se a medicina preventiva e social for uma das suas opções:

Interesse em saúde pública: se você se interessa por políticas de saúde e impacto comunitário, essa especialidade pode ser ideal.

Trabalho comunitário: disposição para trabalhar diretamente com a comunidade e implementar programas de saúde é essencial.

Menor carga de urgências: se prefere uma rotina menos voltada para urgências médicas, a medicina preventiva e social oferece um ambiente mais planejado e focado na prevenção.

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